Em andamento
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Acerto 61% · n = 142 · 27 falsas
Acerto de 61 em 100, sobre 142 declarações checadas. verdade vale 1, impreciso ½, mentira 0. Disputado e sem fontes ficam fora da conta, nem em cima nem embaixo.
cada evento tem denominador próprio
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Acerto 61% · n = 142 · 27 falsas
2 das 21 declarações verificadas desta debate repetem alegação que Ronaldo Caiado já tinha feito antes.
7 alegações · 21 vezes nesta ocasião
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Vocês se lembram que quando o Brasil saiu da mão da Dilma, eu tava com 14% ali de taxa de juros, 10% de inflação, e com 1 ano de governo do Temer já tava a 4% da taxa de juros.»
O veredito recai sobre os três números da comparação: a taxa de juros e a inflação ao fim do governo Dilma e a taxa alcançada um ano depois. A avaliação sobre os governos é juízo e não recebe selo.
23/08/2026Debate da Band, primeiro turnoesta ocasião
«Vou fazer com que a taxa de juros caia a patamares como já caíram em termos de 6% quando Michel Temer assumiu o governo.»
A oração checada é «já caíram em termos de 6% quando Michel Temer assumiu o governo». A primeira parte, «vou fazer com que a taxa de juros caia», é promessa e não recebe veredito.
Ronaldo Caiado fez 20 promessas nesta debate, e 7 delas ele já tinha feito antes.
nenhum avaliado ainda
Por que a promessa não recebe veredito
2 compromissos · 6 vezes prometidos
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Mas eu garanto a você que nós chegaremos a esse patamar e com crescimento.»
Terceira ocorrência do compromisso no mesmo material, dita como garantia pessoal ao fim da resposta sobre o primeiro ano de governo: assegura que o juro real de 3% a 4% será alcançado, e junto com crescimento econômico. Cumprido se o patamar for atingido dentro do mandato sem queda do produto interno bruto no período.
Prazo desta vez quatro anos, até o fim do mandato em 2030
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«E a partir daí é você colocar taxa de juros a níveis compatíveis. Ou seja, você pode ter uma inflação de 4% e você pode ter uma uma taxa de juro de real de 3%, 4%. É compatível.»
Fecho da enumeração das primeiras medidas: depois do corte de despesa e da reforma da previdência, promete levar os juros ao que chama de nível compatível, com inflação de 4% e juro real de 3% a 4%. Cumprido quando a inflação e o juro real ficarem nesses patamares. Neste trecho sem prazo, que ele fixa adiante em quatro anos.
Prazo desta vez sem prazo declarado neste trecho
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Bem, eu vejo totalmente possível repetir aquilo que já aconteceu, você chegar aí num patamar de juro real de 3, 4%. Em 4 anos, lógico.»
Compromisso de levar o juro real ao patamar de 3% a 4% ao fim dos quatro anos de mandato, convivendo com inflação de 4%, número que Caiado deu depois de o entrevistador insistir por uma meta. Para considerar cumprido seria preciso que, no fim de 2030, o juro real (a Selic descontada a inflação) esteja entre 3% e 4% e o IPCA em torno de 4%. Ele condicionou o resultado ao corte de gastos e às reformas e avisou que o primeiro ano será de convivência com uma situação delicada. Vale o registro de que juros e inflação são decididos pelo Banco Central, que tem autonomia legal, e não por ato do presidente.
Prazo desta vez ao fim dos quatro anos de mandato, em 2030
23/08/2026Debate da Band, primeiro turnoesta ocasião
«Vou fazer com que a taxa de juros caia a patamares como já caíram em termos de 6% quando Michel Temer assumiu o governo e vou buscar também uma inflação em torno de três ou quatro.»
Levar a taxa básica de juros a cerca de 6% ao ano e a inflação a 3% ou 4%, tomando como referência o patamar alcançado no governo Michel Temer. Cumprida se a Selic e o IPCA chegarem a esses níveis durante o mandato. A comparação com o governo Temer está checada em separado neste dossiê: a Selic era de 14,25% na posse dele, em agosto de 2016, e caiu a 6,5% em março de 2018. Nem uma nem outra é fixada pelo presidente: a Selic é decidida pelo Copom, e a meta de inflação, pelo Conselho Monetário Nacional.
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Então você colocando o Caiado, vocês vão ter previsibilidade. Eu vou buscar exatamente o equilíbrio que eu busquei.»
Tallis Gomes pergunta quais seriam as três primeiras medidas por decreto ou medida provisória para melhorar o ambiente de negócios. Caiado abre a resposta prometendo levar às contas federais o mesmo reequilíbrio fiscal que atribui ao seu governo em Goiás, e em seguida enumera os cortes. Cumprido se o ajuste for feito por corte declarado de despesa até o reequilíbrio das contas federais. Sem prazo declarado para o equilíbrio.
23/08/2026Debate da Band, primeiro turnoesta ocasião
«De uma maneira direta, precisa de um choque de credibilidade. Pessoa que assumir o governo, a presidência da República, precisa ter autoridade moral. E nessa hora eu não vou endividar o país, eu vou conter despesas do país.»
Conter a despesa federal sem recorrer a novo endividamento, apresentado como o choque de credibilidade que baixaria juros e inflação. Cumprida se o gasto primário for contido e a dívida bruta parar de crescer como proporção do PIB durante o mandato. Ele não diz que despesas cortaria, de quanto seria o corte nem em que prazo, e coloca a derrota de Lula como primeira condição da medida. É a quarta figura do acervo a assumir compromisso desta família no ciclo de 2026.
Mostrando 142 checagens verificadas.
cada linha tem denominador próprio · manchete só a partir de 5 checagens
Instituições
n = 42
Economia
n = 37
Segurança pública
n = 34
Educação
n = 12
Internacional
n = 6
Social
n = 4 · amostra pequena
Infraestrutura
n = 3 · amostra pequena
Meio ambiente
n = 3 · amostra pequena
Outro
n = 1 · amostra pequena