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Dados em Painel
Verdade

“Nós vamos ter que pagar royalty para aprender a processar esse material. Mas qual o problema? Nós não compramos da Suécia os caças e eles transferiram tecnologia para nós?”

Retrato de Ronaldo CaiadoRonaldo CaiadoPSDVerificado pela redação

Dito em
20 de agosto de 2026

Nesta ocasião7 mentiras de 44 checadas

O que recebeu o selo

A existência de transferência de tecnologia na compra dos caças suecos, não a analogia com o processamento de terras raras.

O que os dados mostram

Compramos e transferiram. Em 27 de outubro de 2014 a Saab e o governo brasileiro assinaram, além do contrato de 36 caças Gripen, 28 monopostos Gripen E e 8 bipostos Gripen F, designados F-39E e F-39F na Força Aérea Brasileira, um contrato de cooperação industrial que incluía transferência de tecnologia para empresas brasileiras. A própria Saab descreve o programa como o maior contrato de exportação da história da Suécia e o maior programa de transferência de tecnologia realizado no Brasil nos últimos anos, com mais de 350 especialistas brasileiros treinados em suas instalações, principalmente em Linköping, e participação de Embraer, Akaer, Atech e AEL Sistemas. O primeiro Gripen montado no Brasil, na fábrica da Embraer em Gavião Peixoto, foi apresentado pelas três partes, e um biposto de projeto com participação brasileira voou pela primeira vez em 2026.

Boa parte do que se chama de transferência em contratos de defesa é compensação comercial genérica, sem repasse de projeto, e o teste é se houve produção local com engenharia brasileira. Houve: a montagem em Gavião Peixoto e o desenvolvimento do biposto com participação da Embraer são exatamente o que a frase afirma. A data e o objeto do contrato de cooperação industrial vêm de material de divulgação da fabricante, que tem interesse comercial no assunto e por isso fica como contexto; o ponto se apoia na publicação da Embraer sobre o primeiro caça montado no país.

Classificação automática: 2 fontes confirmam contra 0 que refutam: verdade. Só fonte aprovada pela redação entra na contagem, e fonte de contexto não vota.

A mesma alegação, dita 2 vezes

A compra dos caças suecos veio com transferência de tecnologia para o Brasil

No placar acumulado essas 2 ocorrências contam 2. No consolidado contam uma. Por que as duas contagens existem.

  1. 20/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News com Ronaldo Caiado

    «Nós não fizemos aqui agora com os caças. candidato, nós não compramos da da Suécia os caças e que eles transferiram tecnologia para nós.»

  2. 20/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News com Ronaldo Caiadoesta

    «Nós vamos ter que pagar royalty para aprender a processar esse material. Mas qual o problema? Nós não compramos da Suécia os caças e eles transferiram tecnologia para nós?»

    A existência de transferência de tecnologia na compra dos caças suecos, não a analogia com o processamento de terras raras.

A evidência

Fontes que confirmam2

  • Saab

    Saab e Brasil assinam contrato para o Gripen NG, 27 de outubro de 2014: contrato de 36 aeronaves e acordo de cooperação industrial com transferência de tecnologia

    Abrir (abre em nova aba)

  • Embraer

    Embraer, Saab e a Força Aérea Brasileira apresentam primeiro caça Gripen produzido no Brasil: montagem em Gavião Peixoto como resultado do programa de transferência de tecnologia

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Fontes que refutam0

Nenhuma fonte aprovada refuta esta declaração.

Contexto, sem tomar lado1

  • Saab

    Transferência de Tecnologia, Programa Gripen Brasileiro: mais de 350 especialistas brasileiros treinados e participação de Embraer, Akaer, Atech e AEL Sistemas

    Abrir (abre em nova aba)

Histórico

  1. 04/09/2026Criada pela redação.
  2. 04/09/2026Verificada pela redação.

SetorInfraestruturaTransporte, obras, energia, saneamento, telecomunicações.

Fonte adicionada por leitor entra em análise antes de aparecer, e antes de contar para a classificação.