Em andamento
Eleições 2026
Acerto 64% · n = 125 · 19 falsas
Acerto de 64 em 100, sobre 125 declarações checadas. verdade vale 1, impreciso ½, mentira 0. Disputado e sem fontes ficam fora da conta, nem em cima nem embaixo.
cada evento tem denominador próprio
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28 das 90 alegações de Escritor Augusto Cury foram ditas mais de uma vez: a mais repetida, 5 vezes.
2 alegações · 127 vezes
212 promessas de Escritor Augusto Cury no acervo, sobre 81 compromissos distintos.
nenhum avaliado ainda
Por que a promessa não recebe veredito
5 compromissos · 13 vezes prometidos
sem prazo declarado
18/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Então o Bolsa Família ele teria que ser ajustado. Quem assinar a carteira, tenha certeza, não vai perder o benefício, pelo menos por um certo tempo. (...) Quem assina, quem tem uma MEI, uma microempresa individual, também não perderia o benefício, pelo menos por um certo tempo.»
Cury promete ajustar o Bolsa Família para que quem assinar carteira de trabalho ou abrir um MEI siga recebendo o benefício por um tempo, em vez de perdê-lo ao formalizar renda. Para considerar cumprido, a regra de permanência teria de ser ampliada e efetivamente aplicada, com prazo definido de manutenção do pagamento. Ele reconhece que uma regra desse tipo já existe e sustenta que na prática não funciona porque as pessoas não são encorajadas pelo Executivo; não diz por quantos meses valeria a garantia nem que faixa de renda alcançaria. É a ocasião mais antiga da promessa no acervo: ele a repetiria no Jornal Nacional, em 29 de agosto.
Prazo desta vez sem prazo declarado; a garantia valeria por um certo tempo, que ele não quantifica
18/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Quem assina, quem tem uma MEI, uma microempresa individual também não perderia o benefício, pelo menos por um certo tempo.»
Segunda vez na mesma sabatina, agora estendida ao microempreendedor individual: manter o Bolsa Família de quem abrir um MEI, ao menos por um tempo. Cumprida se a regra do programa passar a preservar o benefício de quem se formalizar como MEI. Vem depois da observação do entrevistador de que a regra já existe e não funciona na prática, a que ele responde que as pessoas não são encorajadas pelo Executivo.
18/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Então nós queremos que o Bolsa Família exista, mas as pessoas que assinarem a carteira (...) possam complementar a renda.»
Terceira vez na mesma sabatina: manter o Bolsa Família e permitir que quem assinar a carteira ou abrir uma microempresa complemente a renda com o benefício. Cumprida se o programa passar a admitir acúmulo do benefício com renda formal. Vem em resposta à afirmação do entrevistador de que o Bolsa Família estimula a pobreza, e ele responde que o programa ama a pobreza e não os pobres.
18/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Eu quero abraçar o Bolsa Família, mas turbinar o Bolsa Família, encorajando cada uma das pessoas. São 19.7 milhões de famílias assinarem a sua carteira e ter uma microempresa para poder complementar a sua renda.»
Quarta vez na mesma sabatina, agora com o universo declarado: levar as 19,7 milhões de famílias do Bolsa Família a assinar a carteira ou abrir uma microempresa sem perder o benefício. Cumprida se o programa passar a admitir esse acúmulo e o governo puser em pé o estímulo à formalização das famílias beneficiárias. O número de famílias no programa é afirmação sobre o presente e está na mesa de checagem.
23/08/2026Debate da Band, primeiro turno
«Só que o Bolsa Família tem que ser ajustado. Quem assina a carteira não vai perder o benefício, pelo menos por um certo tempo. Quem faz uma MEI não vai perder o benefício, pelo menos por um certo tempo.»
Mudar a regra do Bolsa Família para que o beneficiário que assine a carteira ou abra um MEI siga recebendo o benefício por um tempo. Cumprida se a regra do programa passar a garantir a manutenção do benefício nessas condições, em termos mais amplos que os vigentes. O programa já tem a Regra de Proteção, da Lei nº 14.601, de 2023, que mantém metade do benefício por período determinado quando a renda por pessoa supera a linha de entrada, e o Aos Fatos registrou na checagem ao vivo que a proposta descreve regra que já existe. Ele não diz por quanto tempo nem com que valor. Repetiu a promessa na sabatina do Jornal Nacional, seis dias depois, com a meta de alcançar de 10 a 15 milhões de pessoas.
Prazo desta vez sem prazo declarado; diz que o benefício se mantém «pelo menos por um certo tempo»
29/08/2026Sabatina do Jornal Nacional
«E também nós precisamos ajustar o Bolsa Família, porque nós precisamos colocar 10 a 15 milhões de pessoas do Bolsa Família tendo a possibilidade de ter uma segunda renda sem perder o benefício. (...) Quem assinar a carteira não vai perder o benefício, e quem tiver um MEI também não vai perder o benefício. Nós vamos melhorar a arrecadação como nunca da previdência.»
Mudar a regra do Bolsa Família para que o beneficiário que assine a carteira ou abra um MEI não perca o benefício, alcançando de 10 a 15 milhões de pessoas hoje fora da atividade formal, com o argumento de que isso elevaria a arrecadação previdenciária. Cumprida se a regra do programa passar a garantir a manutenção do benefício nessas condições, em termos mais amplos que os vigentes. O programa já tem a Regra de Proteção, prevista na Lei nº 14.601, de 2023, que deixa a família com renda por pessoa acima da linha de entrada seguir recebendo metade do benefício por um período determinado, e a Agência Lupa registrou falta de contexto na proposta por esse motivo. Ele não disse por quanto tempo manteria o pagamento, com que valor nem a que custo.
29/08/2026Sabatina do Jornal Nacional
«nós precisamos ajustar o Bolsa Família porque nós precisamos colocar 10 a 15 milhões de pessoas do Bolsa Família tendo a possibilidade de ter uma segunda renda sem perder o benefício.»
Compromisso de mudar a regra de permanência no Bolsa Família para que o beneficiário possa ter uma segunda renda sem sair do programa, alcançando de 10 a 15 milhões de pessoas. Para ser cumprido, a regra teria de ser alterada e o alcance teria de chegar a esse contingente. O tamanho do público de 10 a 15 milhões é afirmação sobre o programa de hoje e fica na mesa de checagem.
sem prazo declarado
18/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Agora, em alguns setores que serão prejudicados, nós temos que rever para uma escala 6x1.»
Segunda vez na mesma resposta, agora com a exceção nomeada: manter a escala 6x1 nos setores que forem prejudicados pela mudança. Cumprida se a lei que adotar a 5x2 previr regime próprio para esses setores. Ele não disse quais setores entram na exceção, nem por que critério a exceção seria dada.
18/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Bom, eu sou a favor da escala 5x2, e eu sei que algumas exceções nós temos que rever (...). Agora, em alguns setores que serão prejudicados, nós temos que rever para uma escala 6x1.»
Perguntado se é a favor ou contra o projeto que põe fim à escala 6x1, Cury se declara a favor da escala 5x2 e promete rever as exceções: os setores que a mudança prejudicar continuariam na 6x1. Para considerar cumprido, o governo teria de apoiar a aprovação da 5x2 e a regra final teria de trazer o regime de exceção setorial que ele anuncia. Ele não diz que setores seriam excetuados, por quanto tempo, nem por que instrumento, e justifica o apoio pela saúde do trabalhador, citando burnout em 30% dos trabalhadores brasileiros, número que está checado em separado neste dossiê.
Prazo desta vez sem prazo declarado; ele fala do projeto que já tramita no Congresso
23/08/2026Debate da Band, primeiro turno
«A escala 5x2 atende a necessidade dos trabalhadores. Eles vão poder ter mais tempo com a família, mais qualidade de vida e consequentemente produzirão mais. A escala 6x1 atende determinados setores da economia. O que nós temos que fazer, na minha opinião, Renan, é ajustar para atender a necessidade dos trabalhadores e também as necessidades das empresas.»
Comentário sobre a resposta de Renan Santos à pergunta da jornalista da Band News FM a respeito do fim da escala 6x1. Cumprida se a norma que substitui a 6x1 pela 5x2 entrar em vigor com regime de exceção para os setores que o candidato diz serem atendidos pela escala atual. O candidato não nomeou os setores nem fixou prazo.
Fazer nova reforma da previdência
Prazo o primeiro ano de governo, 2027
Rever os encargos trabalhistas
sem prazo declarado
Rever os programas sociais federais
sem prazo declarado
Mostrando 127 checagens verificadas.
cada linha tem denominador próprio · manchete só a partir de 5 checagens
Economia
n = 36
Segurança pública
n = 18
Instituições
n = 18
Saúde
n = 15
Social
n = 12
Educação
n = 10
Internacional
n = 7
Outro
n = 6 · amostra pequena
Meio ambiente
n = 5