Em andamento
Eleições 2026
Acerto 71% · n = 122 · 18 falsas
Acerto de 71 em 100, sobre 122 declarações checadas. verdade vale 1, impreciso ½, mentira 0. Disputado e sem fontes ficam fora da conta, nem em cima nem embaixo.
cada evento tem denominador próprio
Em andamento
Acerto 71% · n = 122 · 18 falsas
20 das 93 alegações de Zema foram ditas mais de uma vez: a mais repetida, 5 vezes.
30 alegações · 122 vezes
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Ganhamos participação no PIB do Brasil. Minas Gerais estava só perdendo participação no PIB do Brasil. Que que aconteceu no meu governo? Subiu.»
A variação da participação de Minas Gerais no PIB brasileiro durante o governo, e a trajetória de perda anterior.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Como governador, o PIB de Minas ganhou participação no PIB do Brasil.»
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Eu eu peguei como referência o que eu fiz em Minas. Eu aumentei mais de 10 vezes. Então eu assumi lá com 60 escolas em tempo integral e levei para mais de 800 nesses 7 anos.»
O veredito recai sobre o número de escolas de tempo integral em Minas Gerais no começo e no fim do governo, repetido aqui pela quarta vez na mesma sabatina.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Eu tô pegando o dado de 1º de janeiro de 19. Se você pegar, o estado de Minas tinha 60 escolas em tempo integral, nós avançamos para mais de 800. (...) Nós multiplicamos por 12 as escolas em tempo integral no estado de Minas.»
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«E o que eu fiz foi pagar o atrasado. Hoje o estado está com tudo rigorosamente em dia.»
O veredito recai sobre a afirmação de que o Estado está com tudo em dia.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«E Minas que estava arruinada, falida, eu vou te responder sobre a dívida, hoje está com as contas rigorosamente em dia.»
O veredito recai sobre a afirmação de que as contas do estado estão em dia, e não sobre a descrição do estado em que ele o encontrou.
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Tem alguém que tá criticando o Supremo tanto quanto eu? Inclusive recebendo uma ação do Gilmar Mendes?»
A existência de uma ação judicial movida por Gilmar Mendes contra ele. A comparação sobre quem critica mais o Supremo é juízo e não recebe veredito.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«E ele tá movendo um processo contra mim. Candidato, não tenho medo.»
A existência de um processo contra ele por causa das declarações sobre o ministro Gilmar Mendes e a autoria desse processo, que ele atribui ao próprio ministro.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Então, Celsio, mais uma vez, né, o estado, como eu disse, pagava uma taxa de IPCA + 4% ao ano, agora IPCA + 1%.»
O veredito recai sobre as duas taxas citadas, e não sobre o argumento seguinte, de que aplicar o dinheiro rende mais do que antecipar parcelas.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«A dívida de Minas hoje tem os juros que é IPCA mais 1. Quando eu assumi era IPCA mais 4.»
As duas taxas de juros do refinanciamento da dívida de Minas com a União. A frase seguinte, sobre a prestação caber no orçamento, é avaliação e não recebe veredito.
101 promessas de Zema no acervo, sobre 57 compromissos distintos.
nenhum avaliado ainda
Por que a promessa não recebe veredito
23 compromissos · 38 vezes prometidos
Prazo durante o mandato
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Tem um presidente aqui que quer que tudo seja investigado a fundo, dou a quem doer. Isso já muda o cenário do Brasil.»
Segunda ocorrência do compromisso de mandar investigar tudo, agora como argumento de que a credibilidade do presidente por si já mudaria a percepção do país. Cumprir significa não obstruir investigação que alcance aliados e familiares. Sem prazo declarado.
Prazo desta vez sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«E quando eleito presidente, eu vou falar: «Eu quero que tudo seja investigado. Doa a quem doer.» Se for alguém do meu partido, (...) não tem problema. Se for alguém da minha família, não tem problema.»
Compromisso de não blindar ninguém de investigação, com dois alcances que ele nomeia: integrantes do próprio partido e da própria família. Repetido em (22:03), quando diz que só o fato de haver um presidente que quer tudo investigado a fundo já muda o cenário, e sustentado com o argumento de que presidente sem o que ele chama de rabo preso não se deixa chantagear. O presidente não determina a abertura de inquérito, e o compromisso aferível é de conduta: seria cumprida se, ao longo do mandato, não houver ato do governo que obstrua apuração sobre aliados ou parentes, nem troca de autoridade encarregada de investigação que alcance o próprio campo. Ele não anuncia instrumento, norma nem instância nova para isso.
Prazo desta vez durante o mandato, a partir da posse
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Agora, eu sou totalmente favorável. Diferente de outros políticos, Malu, eu não quero que ninguém fique protegido, ninguém. Eu quero investigação a fundo com relação a tudo, apuração e punição. (...) Quero investigação do mesmo jeito.»
Repetição do compromisso já registrado na entrevista ao Antagonista de 4 de agosto de 2026, aqui sob confronto: Malu Gaspar cobrou a compra de energia da Cemig junto a usinas ligadas ao grupo do banqueiro Daniel Vorcaro, a queda de um diretor da estatal e a doação de um milhão de reais da família dele ao diretório mineiro do partido em 2022. Ele responde pedindo apuração de tudo, inclusive contra quem é do próprio campo, e diz já ter pedido ao atual governador de Minas que investigue a fundo. Perguntado em seguida por que parara de citar Flávio Bolsonaro, investigado no mesmo caso, respondeu que quer investigação do mesmo jeito. Como presidente não determina abertura de inquérito, o compromisso aferível é de conduta: seria cumprida se, no mandato, não houver ato do governo que obstrua apuração sobre aliados, parentes ou financiadores, nem troca de autoridade encarregada de investigação que alcance o próprio campo. Ele não anuncia norma nem instância nova para isso.
Prazo desta vez durante o mandato, a partir da posse
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Quero investigação do mesmo jeito.»
Repetição do compromisso quinze segundos depois, agora aplicada a Flávio Bolsonaro, investigado no mesmo caso, quando a entrevistadora pergunta por que ele deixou de falar do adversário. Ele acrescenta que não tira nada do que disse e que tudo continua publicado nas redes sociais. Seria cumprida se o governo dele não interferir nem selecionar quem é investigado. O compromisso vem junto com a queixa de que há investigações tendenciosas em curso, que ele não delimita.
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Mas eu vou bem na linha do que eu comentei aqui. Primeiro, quem estiver no setor público precisa ter total transparência em todos os gastos, em todas as agendas. Acho que até telefonemas.»
Segunda ocorrência do compromisso de transparência total, agora como resposta ao que assinaria no primeiro dia de governo. Ele estende a exigência a todo o setor público e acrescenta os telefonemas. Cumprir significa a publicação de gastos, agendas e registro de contatos de quem ocupa cargo público federal. Ele não fixa prazo, embora a pergunta fosse sobre o primeiro dia de mandato.
Prazo desta vez sem prazo declarado, em resposta à pergunta sobre o primeiro dia de governo
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Eu, como presidente vou dar transparência a tudo que eu gastar, a tudo que eu tiver de agenda e vou exigir de ministros e vou falar: «Quero toda a máquina pública mostrando tudo.» Não tem nada de 100 anos de sigilo. Não precisa de sigilo operação policial. Algumas coisas que estão na justiça, gasto de governo tem de estar escancarado.»
Compromisso de publicar os próprios gastos e a própria agenda, exigir o mesmo dos ministros e acabar com o sigilo de cem anos, com duas ressalvas que ele mesmo abre: operação policial e processo na Justiça. Na retomada em (33:42) amplia o escopo a quem estiver no setor público e chega a incluir os telefonemas, dizendo que como governador não teve agenda secreta. Seria cumprida se gastos e agendas do presidente e dos ministros passarem a ser publicados de forma completa e tempestiva, e se nenhum documento receber, no mandato, classificação de sigilo de cem anos. Ele não diz por qual instrumento faria isso, se por decreto, se por mudança na Lei de Acesso à Informação, nem o que entraria na publicação dos telefonemas.
Prazo desta vez sem prazo declarado; ele apresenta a medida como a primeira coisa a fazer, na pergunta de (33:20) sobre o que assinaria no primeiro dia de governo
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Nós precisamos ter um setor público mais transparente. Tudo que se gasta lá em Brasília, ministros, presidentes, 100 anos de sigilo. Será que alguém quer conferir as contas do Floriano Peixoto, da princesa Isabel? Então, como governador, eu dei exemplo. Tudo que eu gastei, tudo que eu utilizei do estado, no mês seguinte estava ali para qualquer um conferir.»
Repetição do compromisso registrado em 4 de agosto de 2026: publicar os gastos do presidente e dos ministros e acabar com o sigilo de cem anos, tomando como padrão o que diz ter feito como governador, com a despesa publicada no mês seguinte. Esta ocasião acrescenta um limite que ele mesmo declara, e que a avaliação futura precisa carregar: perguntado por que o benefício fiscal de 2,3 milhões de reais concedido a uma empresa da família dele só veio a público por ordem judicial, respondeu que incentivo fiscal é segredo industrial e que Minas nunca deu publicidade a isso, nem na gestão dele. A promessa de transparência total convive, na mesma sabatina, com a defesa do sigilo dos incentivos. Seria cumprida se gastos e agendas do presidente e dos ministros passarem a ser publicados de forma completa e tempestiva e se nenhum documento receber, no mandato, classificação de sigilo de cem anos.
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«(...) uma reforma administrativa, já devia ter sido feita há muito tempo para dar racionalidade ao estado.»
Compromisso de aprovar a reforma administrativa, apresentada como a segunda das quatro frentes de trabalho e justificada por dar, na palavra dele, racionalidade ao Estado. Repetido em (21:01) na forma «nós vamos fazer uma reforma administrativa». Ele não descreve o conteúdo da reforma nesta sabatina: não diz o que muda em estabilidade, carreiras, concursos ou avaliação de desempenho, e o entrevistador lembra em (33:02) que a matéria depende de proposta de emenda à Constituição, sem que ele conteste a via. Seria cumprida com a aprovação de proposta de reforma administrativa enviada ou apoiada pelo governo.
Prazo desta vez primeiro ano de governo, pela régua que ele dá às quatro frentes em (21:10): «se elas não forem aprovadas no seu primeiro ano, o mercado vai cobrar o preço»
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Como eu disse (...) nós vamos fazer uma reforma administrativa (...) Se elas não forem aprovadas no seu primeiro ano, o mercado vai cobrar o preço.»
Segunda ocorrência do compromisso de reforma administrativa, dita na resposta sobre o resultado fiscal que derrubaria os juros, entre as quatro medidas que ele diz que o mercado cobrará se não passarem no primeiro ano. Cumprir significa a aprovação da reforma no Congresso. Prazo declarado: o primeiro ano de governo.
Prazo desta vez primeiro ano de governo
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Se o Brasil não cortar gastos, Milton, o Brasil não se viabiliza. (...) Então é fundamental reforma administrativa, tá lá há mais de 10 anos. Parece que nenhum presidente quis enfrentar isso. Eu vou enfrentar isso aí.»
Compromisso de aprovar a reforma administrativa, que ele descreve como parada há mais de dez anos por falta de presidente disposto a encarar o assunto. É a mesma promessa que ele fez ao Antagonista em 4 de agosto de 2026, ali como a segunda das quatro frentes de ajuste; aqui ela reaparece como a primeira resposta à pergunta de abertura da sabatina, que pedia onde ele cortaria e quanto economizaria. Ele não respondeu com número: nomeou duas frentes, a reforma e o combate à fraude, e passou ao histórico de Minas. Não diz o que a reforma muda em estabilidade, carreiras, concursos ou avaliação de desempenho, nem por qual instrumento a enviaria. Seria cumprida com a aprovação de proposta de reforma administrativa enviada ou apoiada pelo governo.
Prazo ao longo do mandato, sem data declarada; ele afasta o primeiro mês de governo
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Eu sou favorável, como estava dizendo aqui, a reformas políticas. Nós precisamos, inclusive, mudar a questão da governança dentro do próprio Congresso. Um presidente barrar algo que 60% dos senadores assinaram, estão endossando. Será que esse presidente está representando adequadamente os interesses, a vontade do povo, dos parlamentares? Então, o Brasil carece de reformas. Nós vamos fazer essas de um dia pro outro, não, mas ao longo do tempo nós vamos fazer. Nós precisamos melhorar esses mecanismos de governança.»
Compromisso de encaminhar reformas políticas, com um conteúdo declarado: mudar as regras internas de governança do Congresso para que o presidente de uma casa não possa engavetar matéria que a maioria dos parlamentares endossa. A promessa vem como resposta à pergunta sobre qual seria a estratégia dele para eleger as mesas da Câmara e do Senado em fevereiro de 2027, e ele não apresenta candidatos nem estratégia. Seria cumprida com o envio ao Congresso de proposta que altere as regras de tramitação e de poder de pauta das presidências das casas. Ele mesmo põe o freio no ritmo, ao dizer que não se muda de um dia para o outro e que a velocidade do avanço é imprevisível.
Prazo desta vez ao longo do mandato, sem data: «Nós vamos fazer essas de um dia pro outro, não, mas ao longo do tempo nós vamos fazer»
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Eu vou fazer as mudanças, mas não espero que eu vou chegar lá no mês e fazer tudo. Isso não é tarefa para humano e para ninguém.»
Fechamento da mesma resposta sobre reformas: ele reafirma em primeira pessoa que fará as mudanças de governança, de unificação das eleições e de punição à corrupção que acabou de listar, e ao mesmo tempo afasta a expectativa de que saiam no primeiro mês. É a segunda vez que assume o compromisso na mesma resposta. Seria cumprida se as reformas que ele lista forem encaminhadas e aprovadas ao longo do mandato.
sem prazo declarado
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Agora me diz uma coisa, um deputado que já tem as emendas dele, se eu chegar para ele e falar: «Deputado, se você investir nesses projetos aqui que eu tenho na sua região, no seu estado, tem aqui 600 projetos. Qualquer um que você investir, eu ainda vou te ajudar.» Você já tem mais um motivo para ele caminhar juntamente com você.»
Oferecer a cada deputado uma carteira de projetos do governo na região dele e ajuda federal a quem direcionar a própria emenda para um deles, como forma de construir base no Congresso. Dito na resposta sobre como governaria sem loteamento de ministérios, depois de a entrevistadora observar que a emenda impositiva já é do parlamentar e não depende do governo. Seria cumprida se o governo dele publicar essa carteira de projetos e o apoio federal a quem aderir. Os 600 projetos são o que ele diz levar ao parlamentar, e não uma meta de governo.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Mas o que eu posso falar é o seguinte, se você escolher esses aqui, para cada R$ 1 que você coloca, eu coloco mais um. Foi o que eu fiz em Minas, republicanamente, com toda a transparência.»
Bancar um real do orçamento federal para cada real de emenda parlamentar aplicado nos projetos escolhidos pelo governo, modelo que ele diz ter usado como governador de Minas. É a segunda vez que ele descreve o mecanismo na mesma resposta, agora com a proporção declarada, depois de a entrevistadora insistir que o parlamentar não precisa escolher os projetos do governo. Seria cumprida se o governo dele instituir e executar esse pareamento de recursos. Ele não diz o valor total reservado nem o critério de escolha dos projetos elegíveis.
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«(...) acabar com as decisões monocráticas em várias questões. Hoje o Congresso vota uma coisa, o Supremo (...) desvota tudo.»
Compromisso de acabar com as decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal, que ele delimita como valendo para várias questões, sem dizer quais. Vem no mesmo bloco em que pede novas regras para a corte, com o argumento de que decisão individual desfaz o que o Congresso aprovou. Não diz o instrumento, e o alcance declarado é parcial, não total, o que precisa constar do registro para que a avaliação futura não cobre mais do que ele prometeu. Seria cumprida se norma em vigor passar a exigir decisão de colegiado nas hipóteses hoje decididas por um ministro só.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«O STF não pode ter decisões monocráticas como tá tendo, valer mais a assinatura de um ministro do que de 400 deputados.»
Acabar com as decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal, com o argumento de que a assinatura de um ministro passa a valer mais do que o voto de centenas de deputados. Ele já havia assumido o mesmo compromisso na sabatina do Antagonista e do G4, em 4 de agosto de 2026, onde delimitou o alcance a «várias questões»; aqui fala da corte sem delimitar hipótese, o que amplia o compromisso e precisa constar do registro. Seria cumprida se norma em vigor passar a exigir decisão de colegiado nos casos hoje decididos por um ministro só. Ele não diz o instrumento, se emenda constitucional, lei ou mudança no regimento interno do tribunal, e não trata das hipóteses de urgência em que a decisão individual é depois submetida ao plenário. O número de deputados que ele cita é arredondamento retórico: a Câmara tem 513 cadeiras.
sem prazo declarado; ele condiciona o impeachment à renovação do Senado na eleição de 2026
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Totalmente favorável. Se Deus quiser, nós vamos ter um um Senado que vai ser renovado e vai fazer isso. Temos lá frutas podres que precisam ser eliminadas.»
Perguntado no bate-bola sobre o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, ele se diz totalmente favorável e conta com um Senado renovado na eleição de 2026 para aprová-lo. Cumprir significa o governo dele apoiar formalmente os pedidos contra ministros nominados, cuja admissão cabe ao presidente do Senado e cuja aprovação exige dois terços da Casa. Sem prazo declarado, e a execução que ele descreve depende do Senado, não dele.
Prazo desta vez sem prazo declarado, condicionado à renovação do Senado na eleição de 2026
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Se Deus quiser, nós vamos ter renovação no Senado e impeachment desses ministros. E se depender de mim, prisão.»
Compromisso de levar adiante o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, que ele acusa de corrupção e chama de «algumas frutas podres», contando com o que descreve como renovação do Senado na eleição de 2026. Nenhum ministro é nomeado: ele diz «desses ministros» depois de citar carona em jatinho de banqueiro e contrato de 129 milhões para esposa, o que está checado em separado neste dossiê. Seria cumprida se o Senado aprovar o impeachment de ao menos um ministro, com apoio formal do governo dele: pelo artigo 52, inciso II, da Constituição, processar e julgar ministros do Supremo por crime de responsabilidade é competência privativa do Senado, e o parágrafo único do mesmo artigo exige dois terços dos votos para condenar. O acréscimo «se depender de mim, prisão» não é ato do presidente da República: dependeria de denúncia da Procuradoria-Geral da República e de decisão do próprio Supremo, e fica registrado como parte da fala sem que a avaliação futura possa cobrá-lo dele como ato próprio. Ele não declara prazo nem nomes.
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«E também quero que o presidente não tenha mais a liberdade que tem hoje para indicar as pessoas para o Supremo. (...) Eu quero que o presidente também receba uma lista tríplice de notáveis que foi preparada pelo Senado, pela OAB, pelo Superior Tribunal de Justiça e não que fique nomeando o advogado dele, o advogado do PT, o advogado, o ministro dele, como foi feito.»
Compromisso de mudar a regra de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal, retirando do presidente a liberdade de indicar qualquer nome e obrigando-o a escolher dentro de lista tríplice de notáveis preparada pelo Senado, pela Ordem dos Advogados do Brasil e pelo Superior Tribunal de Justiça. Ele toma como modelo o que diz ter feito como governador, ao escolher desembargadores a partir de lista tríplice, o que está checado em separado neste dossiê. A regra vigente está no artigo 101 da Constituição, que prevê nomeação livre pelo presidente após aprovação do Senado, de modo que a mudança dependeria de emenda constitucional; ele não diz por qual via pretende fazê-la, nem como as três instituições comporiam uma lista só. Seria cumprida se emenda com esse desenho for aprovada e se as indicações passarem a sair de lista tríplice.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«E o STF também para nomear os ministros. Eu quero que o presidente tenha uma lista tríplice. Como governador, eu nomeei desembargadores através de lista tríplice.»
Obrigar o presidente da República a escolher os ministros do Supremo Tribunal Federal dentro de uma lista tríplice, em lugar da indicação livre que o artigo 101 da Constituição prevê hoje, o que dependeria de emenda constitucional. Ele já havia assumido o compromisso na sabatina do Antagonista e do G4, em 4 de agosto de 2026, quando disse que a lista seria preparada pelo Senado, pela Ordem dos Advogados do Brasil e pelo Superior Tribunal de Justiça; aqui não diz quem a formaria, e essa é a diferença entre as duas redações. Seria cumprida se emenda com esse desenho for aprovada e as indicações passarem a sair de lista tríplice. A afirmação de que nomeou desembargadores por lista tríplice quando governador é sobre o passado e está checada em separado neste dossiê, onde consta que o mecanismo alcança as vagas do quinto constitucional e não as demais.
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Mas para o Supremo eu eu quero novas regras. Primeiro, quero aprovar uma lei aonde quem vai para o Supremo precisa ter pelo menos 60 anos de idade, ser alguém com uma longa carreira jurídica ou acadêmica.»
Compromisso de aprovar norma que exija, de quem for indicado ao Supremo Tribunal Federal, no mínimo 60 anos de idade e longa carreira jurídica ou acadêmica. Ele fala em lei, e os requisitos de ingresso estão hoje no artigo 101 da Constituição, que pede mais de 35 e menos de 70 anos de idade, na redação da Emenda Constitucional 122, de 2022, além de notável saber jurídico e reputação ilibada, de modo que uma idade mínima de 60 anos dependeria de emenda constitucional. Não define o que contaria como longa carreira, nem quantos anos de exercício. Seria cumprida se a exigência entrar em vigor e passar a valer para as indicações seguintes.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Nós precisamos, Celso, de muitas mudanças no judiciário. Muitas. Eu quero idade mínima de 60 anos. STF é para quem teve uma carreira intocável no setor jurídico ou então no setor acadêmico.»
Exigir de quem for indicado ao Supremo Tribunal Federal no mínimo 60 anos de idade e carreira no setor jurídico ou no setor acadêmico, que ele descreve como intocável. Ele já havia assumido o mesmo compromisso quinze dias antes, na sabatina do Antagonista e do G4, em 4 de agosto de 2026, quando disse que queria aprovar lei com essa exigência; aqui não diz o instrumento. Os requisitos de ingresso estão no artigo 101 da Constituição, que pede mais de 35 e menos de 70 anos de idade, na redação da Emenda Constitucional nº 122, de 2022, além de notável saber jurídico e reputação ilibada, de modo que uma idade mínima de 60 anos dependeria de emenda constitucional. Seria cumprida se a exigência entrar em vigor e passar a valer para as indicações seguintes. Ele não define quantos anos de exercício contariam como carreira, nem se a alternativa acadêmica dispensa a formação jurídica.
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Sou totalmente favorável à revisão de todos esses julgamentos que tiveram caráter político e não judicial.»
Perguntado no bate-bola final sobre indulto a Jair Bolsonaro, responde com um compromisso mais largo e menos definido: a revisão de todos os julgamentos que classifica como de caráter político, e não judicial. Não fala em indulto, em graça nem em anistia, não delimita quais processos entram nessa conta, não diz quem faria a revisão e não indica instrumento, o que torna o objeto o mais indefinido entre os compromissos desta sabatina, e fica registrado com essa ressalva. Seria cumprida se o governo editar indulto ou graça, ou apoiar formalmente medida de revisão, alcançando as condenações que ele descreve como políticas. A qualificação dos julgamentos como políticos é juízo dele, não fato aferível, e não vai à mesa de checagem.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«E precisamos resolver isso. Passar uma borracha nessa história. Aí o Brasil precisa olhar pra frente. E o que houve com o ex-presidente foi um tribunal político e não jurídico. No mínimo, um novo tribunal. Nós precisamos fazer para que haja isenção.»
Submeter a condenação de Jair Bolsonaro a um novo julgamento, em foro que considere isento, por entender que o primeiro foi político e não jurídico. Ele já havia assumido compromisso desta família na sabatina do Antagonista e do G4, em 4 de agosto de 2026, quando, perguntado sobre indulto, respondeu que era favorável à revisão de todos os julgamentos de caráter político; aqui a redação é mais estreita e mais concreta, porque delimita o caso do ex-presidente e fala em novo tribunal. Seria cumprida se o governo propuser ou apoiar formalmente medida que submeta o caso a novo julgamento, e a via não é declarada: o presidente da República não anula condenação do Supremo nem designa outro foro. A qualificação do julgamento como político é juízo dele e não vai à mesa de checagem; a negativa de que houve tiros e derramamento de sangue no 8 de janeiro está checada em separado neste dossiê, e a comparação com outras tentativas de golpe na história ficou registrada lá como juízo.
Prazo o mandato de quatro anos, sem disputar a reeleição
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Como eu falei, eu não tenho plano de reeleição, eu tenho plano de fazer mudanças.»
Compromisso sobre a própria candidatura, dito duas vezes: em (15:45) afirma não se importar de ser presidente de um mandato só para fazer o que considera necessário, ficar impopular e voltar para casa, e em (21:18) diz não ter plano de reeleição. Em (22:25) a entrevistadora resume que ele está disposto a não se reeleger e ele segue a resposta sem corrigir. Não é proposta de mudança de regra, e por isso não se confunde com o fim da reeleição por emenda constitucional prometido por outro candidato desta mesma série: aqui o objeto é a decisão dele. Seria cumprida se, eleito em 2026, ele não registrar candidatura à Presidência em 2030. A forma exata importa para a avaliação futura: ele fala de plano e de disposição, e em nenhum momento renuncia formalmente ao direito de concorrer.
Prazo desta vez eleição de 2030, se eleito em 2026
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Eu não sou político de carreira, tem que ficar muito claro. Eu não importo de ser presidente de um mandato para fazer aquilo que é necessário no Brasil. Me desgastar, ficar impopular, eu vou voltar para minha casa satisfeitíssimo, como eu fiz em Minas Gerais.»
Perguntado como venceria o lobby do funcionalismo que travou as reformas administrativa e previdenciária no Congresso, ele se compromete a cumprir um só mandato, se esse for o preço de tomar as medidas impopulares. Cumprir significa não disputar a reeleição em 2030. O prazo é o próprio mandato de quatro anos.
Aumentar a punição para os casos de corrupção
Prazo ao longo do mandato, sem data: «não espero que eu vou chegar lá no mês e fazer tudo»
Comparecer ao próximo debate presidencial
Prazo o próximo debate, sem data nem emissora declaradas
Rever o pacto federativo em favor dos estados
sem prazo declarado
Unificar as eleições num só pleito a cada quatro ou cinco anos
Prazo ao longo do mandato, sem data
Autorizar os estados a legislar sobre segurança pública
sem prazo declarado
Conceder indulto a Jair Bolsonaro
sem prazo declarado
Encerrar a pauta do 8 de janeiro no governo
sem prazo declarado
Anunciar o nome da vice até o prazo de registro da candidatura
Prazo até 5 de agosto de 2026, o dia seguinte ao da sabatina
Não levar parentes para o governo nem deixar familiar se aproveitar do cargo
Prazo durante o mandato
Não trocar cargos e emendas por apoio no Congresso
sem prazo declarado
Reduzir o fundo eleitoral
sem prazo declarado
Reduzir o número de ministérios
sem prazo declarado; ele situa a medida na largada do governo, quando diz em (36:27) que no primeiro dia manda uma série de medidas
Mostrando 122 checagens verificadas.
cada linha tem denominador próprio · manchete só a partir de 5 checagens
Economia
n = 69
Instituições
n = 34
Social
n = 5
Segurança pública
n = 4 · amostra pequena
Internacional
n = 4 · amostra pequena
Educação
n = 3 · amostra pequena
Infraestrutura
n = 2 · amostra pequena
Saúde
n = 1 · amostra pequena