Em andamento
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Acerto 71% · n = 122 · 18 falsas
Acerto de 71 em 100, sobre 122 declarações checadas. verdade vale 1, impreciso ½, mentira 0. Disputado e sem fontes ficam fora da conta, nem em cima nem embaixo.
cada evento tem denominador próprio
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Acerto 71% · n = 122 · 18 falsas
20 das 93 alegações de Zema foram ditas mais de uma vez: a mais repetida, 5 vezes.
30 alegações · 122 vezes
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Ganhamos participação no PIB do Brasil. Minas Gerais estava só perdendo participação no PIB do Brasil. Que que aconteceu no meu governo? Subiu.»
A variação da participação de Minas Gerais no PIB brasileiro durante o governo, e a trajetória de perda anterior.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Como governador, o PIB de Minas ganhou participação no PIB do Brasil.»
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Eu eu peguei como referência o que eu fiz em Minas. Eu aumentei mais de 10 vezes. Então eu assumi lá com 60 escolas em tempo integral e levei para mais de 800 nesses 7 anos.»
O veredito recai sobre o número de escolas de tempo integral em Minas Gerais no começo e no fim do governo, repetido aqui pela quarta vez na mesma sabatina.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Eu tô pegando o dado de 1º de janeiro de 19. Se você pegar, o estado de Minas tinha 60 escolas em tempo integral, nós avançamos para mais de 800. (...) Nós multiplicamos por 12 as escolas em tempo integral no estado de Minas.»
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«E o que eu fiz foi pagar o atrasado. Hoje o estado está com tudo rigorosamente em dia.»
O veredito recai sobre a afirmação de que o Estado está com tudo em dia.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«E Minas que estava arruinada, falida, eu vou te responder sobre a dívida, hoje está com as contas rigorosamente em dia.»
O veredito recai sobre a afirmação de que as contas do estado estão em dia, e não sobre a descrição do estado em que ele o encontrou.
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Tem alguém que tá criticando o Supremo tanto quanto eu? Inclusive recebendo uma ação do Gilmar Mendes?»
A existência de uma ação judicial movida por Gilmar Mendes contra ele. A comparação sobre quem critica mais o Supremo é juízo e não recebe veredito.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«E ele tá movendo um processo contra mim. Candidato, não tenho medo.»
A existência de um processo contra ele por causa das declarações sobre o ministro Gilmar Mendes e a autoria desse processo, que ele atribui ao próprio ministro.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«Então, Celsio, mais uma vez, né, o estado, como eu disse, pagava uma taxa de IPCA + 4% ao ano, agora IPCA + 1%.»
O veredito recai sobre as duas taxas citadas, e não sobre o argumento seguinte, de que aplicar o dinheiro rende mais do que antecipar parcelas.
19/08/2026Sabatina do Jornal do SBT News
«A dívida de Minas hoje tem os juros que é IPCA mais 1. Quando eu assumi era IPCA mais 4.»
As duas taxas de juros do refinanciamento da dívida de Minas com a União. A frase seguinte, sobre a prestação caber no orçamento, é avaliação e não recebe veredito.
101 promessas de Zema no acervo, sobre 57 compromissos distintos.
nenhum avaliado ainda
Por que a promessa não recebe veredito
13 compromissos · 24 vezes prometidos
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Como eu disse (...) nós vamos fazer uma reforma administrativa e privatizada. Se elas não forem aprovadas no seu primeiro ano, o mercado vai cobrar o preço.»
Segunda ocorrência do compromisso de privatizar as estatais, listado ao fim da mesma frase sobre as quatro medidas do ajuste. Cumprir significa a venda do controle das estatais federais. Prazo declarado: o primeiro ano de governo. A legenda automática registra a palavra como privatizada, no lugar de privatização.
Prazo desta vez primeiro ano de governo
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Quero fazer a a as privatizações, como eu mencionei aqui.»
Terceira ocorrência do compromisso de privatizar as estatais, dita na resposta sobre o que faria já no primeiro dia de governo. Cumprir significa a venda do controle das estatais federais. Sem prazo declarado nesta ocorrência, ainda que a pergunta fosse sobre o primeiro dia.
Prazo desta vez sem prazo declarado, em resposta à pergunta sobre o primeiro dia de governo
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Primeiro, privatizar tudo. Para mim não tem vaca sagrada, inclusive correios, tudo, tudo. Não tem o que não privatizar. O estado já tem uma tarefa gigante para fazer na área de segurança pública, de saúde, de educação e ainda quer ser empresário, coisa que ele não sabe fazer.»
Compromisso de privatizar as estatais federais sem exceção, com os Correios citados nominalmente como exemplo de que não há, na expressão dele, vaca sagrada. É a primeira das quatro frentes de trabalho que enumera para reequilibrar as contas públicas, e ele volta a ela duas vezes: em (21:01), quando repete as quatro, e em (34:29), quando diz querer fazer as privatizações. Não lista quais empresas, quantas, nem por qual modelo (venda de controle, venda de participação ou capitalização). Seria cumprida com a transferência do controle de estatais federais durante o mandato, e a única empresa nomeada por ele serve de referência mínima de escopo. Ele não afirma nada sobre o valor ou o número das estatais federais de hoje, então não há premissa numérica a conferir nesta fala.
Prazo desta vez primeiro ano de governo, pela régua que ele mesmo dá às quatro frentes em (21:10): «se elas não forem aprovadas no seu primeiro ano, o mercado vai cobrar o preço»
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Primeiro, Caixa não tá aí. A Caixa tem um papel social de distribuição. A Caixa não entra, não. Mas entra, mas entra BNDES, entra Banco do Brasil, entra Petrobras. (...) Eu quero levar adiante esses projetos de privatização. (...) Eu vou privatizar empresas operacionais (...) A Embrapa é uma estatal, não será privatizada (...) de forma alguma. (...) Não, de forma alguma. (...) Eu vou privatizar a empresa que tem finalidade lucrativa. Caixa não.»
A quarta ocorrência desta família no acervo é também a primeira em que ele desenha a fronteira. Em 4 de agosto de 2026 a promessa era privatizar tudo, sem vaca sagrada, com os Correios citados de exemplo; aqui ele lista quem entra, BNDES, Banco do Brasil e Petrobras, e quem fica fora, Caixa Econômica Federal, Embrapa e IBGE, com um critério declarado: privatiza a empresa que tem finalidade lucrativa, e a Caixa fica de fora por ser, na descrição dele, um braço da assistência social. Seria cumprida com a transferência de controle, ou o encaminhamento formal dela, das estatais que ele nomeia, e a exclusão das três é parte do compromisso, o que torna aferível também o que ele se comprometeu a não fazer. Ele não diz por qual modelo nem em que ordem. Na legenda automática, Embrapa aparece como «rapa» e BNDES como «BNDS», e as duas entram na citação na forma correta. As exclusões do IBGE e da Caixa Econômica Federal são respostas a perguntas de Malu Gaspar que nomeiam as duas, e as perguntas ficam aqui, e não na citação.
sem prazo declarado
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Muitos países já colocaram limites e eu acho que nós temos que fazer (...)»
Segunda vez na mesma resposta: adotar no Brasil os limites que outros países já impuseram às apostas. A frase é interrompida pela entrevistadora, que pergunta se ele fala em limitar ou em acabar, já que há regras em vigor contra a indução ao jogo. Seria cumprida se o governo dele impuser restrição à publicidade e à oferta de apostas. Ele não nomeia os países nem os limites.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Se ela hoje tiver dependendo só de bets, essa parte vai deixar de existir, sim.»
Acabar com a operação de apostas online, inclusive a da loteria estadual que ele concedeu em Minas em 2021, quando a entrevistadora pergunta se proibiria empresas como a que passou a operar jogos online no estado. Primeira das três vezes em que ele trata do assunto nesta sabatina, e a única em que diz o efeito da medida sobre a concessão mineira. Seria cumprida se as apostas de quota fixa deixarem de ser autorizadas no país no governo dele. Ele não diz o instrumento, se lei, decreto ou revogação da regulamentação em vigor.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Então eu quero acabar. Se não for possível acabar, pelo menos que seja dado um limite muito rigoroso, mais do que cigarro até. (...) Se ela hoje tiver dependendo só de bets, essa parte vai deixar de existir, sim.»
Compromisso de proibir as apostas de quota fixa e, na hipótese de a proibição não passar, de impor restrição mais dura que a do cigarro, o que na regra brasileira significaria vedar publicidade, patrocínio e exposição em espaço público. A alternativa é dele e faz parte do compromisso. Ele estende a promessa ao próprio passado: perguntado se as loterias estaduais que ele autorizou a operar apostas, caso da Loteria de Minas concedida na gestão dele em 2021, deixariam de existir, respondeu que a parte dependente de bets acabaria. Seria cumprida com o envio de proposta de proibição ou, na segunda hipótese, com regra que restrinja publicidade e acesso em patamar ao menos igual ao do tabaco. Ele não diz por qual via faria, se por lei ou por regulamento, e não trata do que aconteceria com a receita federal que a atividade gera, tema da checagem sobre bets nesta mesma ocasião. A afirmação de que o governo federal não tem programa de apoio ao viciado em jogo está na mesa de checagem.
sem prazo declarado
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«E é o que vai acontecer com a privatização. Eu quero utilizar esses recursos para investimento naquilo que melhora a vida do brasileiro: saúde, infraestrutura. Você já pensou o Brasil com estradas boas, ferrovias, pro custo logístico cair? (...) Nós vamos utilizar esses recursos para dinamizar a economia, fazer ela crescer.»
Compromisso sobre o destino do dinheiro das privatizações: saúde e infraestrutura, com estradas e ferrovias citadas como o alvo capaz de derrubar o custo logístico. Ele opõe esse uso ao dividendo estatal, argumentando que trocar um ativo lucrativo por outro de retorno maior não é mau negócio. Seria cumprida se as receitas de desestatização apuradas no mandato forem consignadas a investimento em saúde e em infraestrutura, e não ao pagamento corrente da dívida ou à despesa de custeio. Ele não diz a proporção entre as duas áreas, nem por qual instrumento orçamentário vincularia a receita, o que é a dificuldade central da promessa, já que ele defende no mesmo dia a desvinculação de receitas.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Nós vamos utilizar esses recursos para dinamizar a economia, fazer ela crescer.»
Segunda vez na mesma resposta que ele destina a receita das privatizações a investimento, agora dita como impulso à economia, logo depois da comparação em que vender um negócio de cem mil de lucro para comprar outro de duzentos mil não seria mau negócio. Seria cumprida se a receita das vendas for aplicada em investimento, e não em despesa corrente nem em abatimento de dívida. Ele não diz quanto nem em quê.
sem prazo declarado
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«É preciso uma revisão. A a o Brasil está envelhecendo. Nós estamos precisando cada vez de mais recurso na saúde e cada vez temos menos alunos na educação.»
Perguntado no bate-bola sobre os pisos constitucionais de saúde e educação, ele se compromete com a revisão da regra, com o argumento de que a população envelhece, a saúde precisa de mais dinheiro e a educação tem menos alunos. Cumprir significa o envio de proposta que mude a vinculação constitucional dos dois pisos. Nesta ocorrência ele não diz qual seria o mecanismo, se desvinculação, novo percentual ou remanejamento entre as duas áreas. Sem prazo declarado. A queda no número de alunos é premissa sobre o presente, com aferição própria.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Nessa parte eu quero que nós passemos a usar dados demográficos. Nós temos cidades no Brasil que é composta majoritariamente por jovens, atende perfeitamente. E temos cidades que são cidades de aposentados, aonde só tem pessoas maduras, idosos, os jovens foram embora, e hoje nós temos o mesmo tratamento. (...) Eu quero que nós tenhamos mudança de acordo com a questão demográfica. (...) Mas de acordo com critérios técnicos, não é falar deixou de existir, não.»
Compromisso de trocar o critério de destinação obrigatória das receitas da União para saúde e educação: no lugar do percentual fixo de arrecadação, um cálculo que leve em conta a composição etária de cada lugar, de modo que cidade de população jovem e cidade de população idosa não recebam o mesmo tratamento. A ressalva é dele e delimita a promessa: não é acabar com a vinculação, é mudar o critério, «de acordo com critérios técnicos». Para a educação, acrescenta que o repasse tem de ser acompanhado pelo desempenho, sem dizer que indicador usaria nem que consequência o desempenho teria sobre o dinheiro. Seria cumprida com o envio de proposta de emenda constitucional que substitua os percentuais mínimos de saúde e de educação por critério demográfico. Ele não apresenta o cálculo, o indicador nem quem o mediria.
Prazo durante o mandato
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«A Embrapa é uma estatal, não será privatizada. IBGE, vou privatizar IBGE? Não, de forma alguma. (...) Caixa não.»
Segunda vez que ele delimita o alcance da privatização, agora nomeando Embrapa e IBGE ao lado da Caixa como estatais que ficam de fora, por não terem finalidade lucrativa. Seria cumprida se as três continuarem estatais ao fim do mandato. A legenda automática grafa «rapa» e «IBGEG» nos dois nomes, ditos na sequência da pergunta sobre pesquisa tecnológica.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Vamos pegar aqui. Primeiro, Caixa não tá aí. A Caixa tem um papel social de distribuição. A Caixa não entra não.»
Deixar a Caixa Econômica Federal fora do programa de privatização, com o argumento de que ela tem papel social de distribuição. Dito na abertura da resposta sobre por que privatizar Petrobras, Banco do Brasil e Caixa, e é a primeira das duas vezes em que ele delimita o alcance da promessa de privatizar tudo. Seria cumprida se a Caixa continuar estatal ao fim do mandato. Na sabatina do Antagonista e do G4, em 4 de agosto de 2026, ele havia dito que não há vaca sagrada e que não tem o que não privatizar, incluindo os Correios.
sem prazo declarado nesta ocasião: perguntado «em quanto tempo o senhor pretende fazer isso», respondeu pelo mecanismo, não pelo calendário
04/08/2026Sabatina do Antagonista e do G4
«Eu quero que a SELIC caia para níveis civilizados, tipo 6%. E dá para cair.»
Compromisso de levar a taxa básica de juros a cerca de 6% ao ano, patamar que ele chama de civilizado, e ele indica onde pretende agir para isso: um presidente com histórico de austeridade faria o mercado precificar a queda, e é aí que diz que vai atacar mais. A entrevistadora lembra na sequência que um presidente não define a Selic, e ele não reformula a meta. Diferente da versão desta mesma família dita por Ronaldo Caiado no debate da Band de 23 de agosto de 2026, aqui não há meta para a inflação, apenas para o juro. Seria cumprida se a Selic chegar a cerca de 6% durante o mandato. A estimativa que ele monta em volta, de economia de 800 bilhões de reais por ano, ou 2 bilhões por dia, com a Selic a 6%, é afirmação sobre grandeza do presente e vai à mesa de checagem, não a esta.
Prazo desta vez sem prazo declarado
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Bom, isso foi feito há 10 anos atrás com teto de gastos do Temer. Na hora que chega um governo responsável, o mercado precifica. (...) Mas como eu disse aqui, quando a taxa de juros cair, e vai cair, a vida não vai ficar tão difícil. Um problema vai resolvendo o outro. Na hora que a taxa de juros cai, o valor da prestação dele que ele pagou, está pagando para adquirir a moto, o carro, diminui.»
Compromisso de derrubar a taxa básica de juros no mandato, sustentado no mesmo mecanismo que ele já dera ao Antagonista em 4 de agosto de 2026: um governo tido como responsável faz o mercado precificar a queda antes mesmo da posse, e o exemplo que dá é a valorização das ações da Copasa e da Cemig depois da eleição de 2018. A meta de 6% não é dita por ele nesta sabatina: ela entra pela pergunta de Lauro Jardim, que a atribui à entrevista dele à TV Globo do dia anterior. Ele não a contesta e não a repete, e volta ao tema em (46:29) afirmando que o juro vai cair, sem número e sem data. Seria cumprida se a Selic chegar a cerca de 6% ao ano durante o mandato. As grandezas em volta, o juro nominal de 14% e o real de 8% a 9% como maior do mundo, e a valorização das ações após 2018, são afirmações sobre o presente e sobre o passado e estão na mesa de checagem desta mesma ocasião.
sem prazo declarado, mas com desenho de calendário: «um cronograma aonde esse incentivo vai sendo reduzido ao longo (do tempo)»
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Zona Franca tem, na minha opinião, a zona franca tem de ter lá um cronograma aonde esse incentivo vai sendo reduzido ao longo, ou então é um outro país que vai operar em outras condições, o que eu não concordo.»
Fixar para a Zona Franca de Manaus um cronograma de redução gradual do incentivo, em vez de mantê-lo por prazo indeterminado. Dito em resposta direta à pergunta sobre se pretende mexer nesse regime, que ele chama de discussão bem séria. O regime tem prazo assegurado no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, o que faz da mudança matéria de emenda constitucional. Seria cumprida se o governo dele encaminhar e aprovar a transição. Ele não diz o ritmo da redução nem o ano em que o regime terminaria.
Prazo desta vez sem prazo declarado; o incentivo cairia por cronograma de duração que ele não informa
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Eu sou favorável a incentivo para regiões que precisem, mas sempre ter um tempo, um desmame. Eu falo que incentivo tem de ser igual um filho que você vai criar. Eu acho que não é normal um homem de 45 anos tá recebendo mesada. (...) Na minha opinião, a zona franca tem de ter lá um cronograma aonde esse incentivo vai sendo reduzido ao longo do tempo (...) Então eu sou favorável a ter um desmame para tudo.»
Compromisso de submeter a Zona Franca de Manaus a um cronograma de redução gradual do incentivo, e de aplicar a mesma régua ao resto dos benefícios fiscais federais, que ele chama de desmame. A ressalva é dele: é favorável a incentivo para região que precise, o que sai é a perpetuidade. Seria cumprida com o envio de proposta que fixe calendário de redução do regime da Zona Franca. Ele não diz em quantos anos, a partir de que ano nem que setores seriam afetados primeiro, e a alternativa que enxerga caso o incentivo caia de uma vez, a produção migrar para outro país, aparece como risco reconhecido e não como condição. Perguntado antes quais incentivos federais reveria, citou apenas a lei de informática, que já não vigora, e ouviu de Malu Gaspar que estava citando só o que não existe mais; a Zona Franca entrou na conversa por proposta dela, e a promessa é a resposta dele.
sem prazo declarado
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Então eu sou favorável a ter um desmame para tudo. Eu acho que quem precisa de ajuda tem de receber, mas tem de encontrar independência e autonomia ao longo do tempo.»
Terceira vez na mesma resposta: o desmame deixa de ser regra para a Zona Franca e passa a valer para todos os incentivos. Seria cumprida se o governo dele encaminhar norma geral que dê prazo de vigência e escala de redução às renúncias fiscais federais. Ele não diz se a regra alcançaria os incentivos já concedidos ou apenas os novos.
25/08/2026Sabatina do Globo, Valor e CBN
«Em Minas eu mantive. Agora no Brasil nós temos de estar revendo alguns pontos. Nós já tivemos incentivos aqui no Brasil, como já teve lá atrás a lei da informática, como já teve para indústria naval.»
Rever os incentivos fiscais federais, mantendo o que funciona e cortando o que ele chama de fracasso, com a lei da informática e o apoio à indústria naval como exemplos do que deu errado. Dito na resposta sobre se manteria os incentivos concedidos no governo Lula, depois de ele afirmar que em Minas manteve todos os que encontrou e não criou nenhum. Seria cumprida se o governo dele encaminhar a revisão e ela entrar em vigor. Pressionado a nomear os incentivos federais que considera injustos, ele cita apenas os que já não estão em vigor.
Dividir o Banco do Brasil em três ou quatro bancos antes de vender
sem prazo declarado
Reajustar o salário mínimo pela inflação mais ganho real anual
Prazo durante o mandato, a cada reajuste anual
Renegociar as dívidas dos estados com a União
sem prazo declarado
Obrigar o setor público a ganho anual de eficiência repassado em redução de tributos
sem prazo declarado para a aprovação; ele projeta em (20:05) a inflexão da carga tributária «daqui a 10 anos»
Tirar as travas do Estado ao investimento privado
sem prazo declarado
Mostrando 122 checagens verificadas.
cada linha tem denominador próprio · manchete só a partir de 5 checagens
Economia
n = 69
Instituições
n = 34
Social
n = 5
Segurança pública
n = 4 · amostra pequena
Internacional
n = 4 · amostra pequena
Educação
n = 3 · amostra pequena
Infraestrutura
n = 2 · amostra pequena
Saúde
n = 1 · amostra pequena